domingo, 21 de julho de 2024

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Pós-decreto: restaurantes têm movimento ‘tímido’ com baixa ocupação

De 108 entrevistados, 55% afirmaram terem sido contemplados pelo decreto de flexibilização e conseguiram reabrir para atendimento presencial. Enquanto 45% permanecem fechados
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Pouco mais de uma semana depois do retorno gradual do funcionamento dos restaurantes e lanchonetes, o movimento ainda é considerado fraco pelos empresários, que registram média de ocupação abaixo de 50% da capacidade de atendimento no salão.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes-Seccional Amazonas (Abrasel-AM), Fábio Cunha, dentre 300 associados, 108 empresários do setor relataram, por meio de pesquisa aplicada, o baixo movimento nos estabelecimentos após a publicação do Decreto estadual 43.450, com vigência a partir do dia 22 de fevereiro.

Conforme o levantamento, do total de 108 entrevistados, 55% afirmaram terem sido contemplados pelo decreto de flexibilização e conseguiram reabrir para atendimento presencial. Enquanto 45% informaram que permanecem com as portas fechadas porque os serviços são oferecidos exclusivamente à noite, como por exemplo, os bares.

Dentre os 81 empresários consultados que conseguiram retomar os trabalhos durante o dia, 84% disseram ter tido ocupação abaixo de 50% na primeira semana. Apenas 16% confirmaram o registro de atendimento à capacidade total permitida para esse período, nos salões dos restaurantes.

“A perda do faturamento contabilizada pelos estabelecimentos que estão funcionando é algo em torno de 50%. Eles faturam no horário do almoço, mas estão impossibilitados de funcionarem à noite e por isso deixam de faturar”, disse o presidente.

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Reportagem: Priscila Caldas

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