Profissionais do setor de eventos seguem sem previsão de liberação por parte do governo do estado para retornar às atividades. A esperança, segundo a Associação de Entretenimento do Estado do Amazonas (Asseeam), é que após a realização de um evento teste na Arena da Amazônia, ainda em estudo pelo governo do estado, os eventos voltem a acontecer mesmo que com a capacidade de lotação reduzida.
O vice-presidente da Asseeam, DJ Evandro Júnior, comenta que mesmo após o avanço da vacinação a realização de eventos segue suspensa. Produtoras seguem com atuação interrompida há mais de um ano.
Júnior conta que a esperança está na realização de um evento teste, que caso seja confirmado pelo estado, deverá acontecer na Arena da Amazônia no início de setembro com a presença de uma atração nacional.
“Estamos aguardando confirmação por parte do governo. Caso aconteça, os participantes só poderão adquirir os ingressos mediante comprovação das duas doses da vacina contra a Covid-19 e os testes com resultado negativo para o vírus”, informou.
Setor segue sem expectativas de retorno
Enquanto a liberação para a promoção de eventos não acontece, os profissionais buscam outras ocupações ou investem em apresentações em bares e restaurantes. No caso de empresas de grande porte como a Fábrica de Eventos, por exemplo, seguem sem qualquer atividade ou faturamento.
“A empresa está fechada. Estamos sem qualquer faturamento desde fevereiro de 2020. Busquei outras ocupações e muitos profissionais seguem na mesma linha, tendo outras atuações para conseguir se manter. Não temos expectativa para que esse retorno aconteça de imediato”, desabafou a empresária.
Os eventos sociais, no estado, estão limitados a 50% da capacidade do local, mas não podem exceder a lotação máxima de até 200 pessoas. Os eventos sociais podem ter duração máxima de 4 horas, respeitando o horário de restrição de circulação (entre 1h e 5h).
A reportagem tentou contato com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa para confirmar sobre a realização do evento teste e possibilidades para flexibilização da realização dos eventos, mas até o fechamento da edição não obteve resposta.
Texto: Priscila Caldas
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