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sábado, 08 de maio de 2021

Diretrizes da Ciência para combater a Covid orientaram Ministério

O ex-ministro esclareceu à aliados do presidente Jair Bolsonaro que todas nas normas do Ministério da Saúde à época eram embasadas do que havia disponível na Ciência.

4 de maio de 2021

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Ex-ministro está há quatro horas prestando depoimento na CPI (Foto: Reprodução).

Na sabatina da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, que acontece hoje (4), o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta reafirmou que suas ações à frente do Ministério da Saúde (MS) foram tomadas de acordo com as determinações científicas disponíveis à época.

Questionado pelo senador Eduardo Girão (Cidadania-CE), aliado do presidente Jair Bolsonaro e supostamente assessorado pelo Palácio do Planalto para direcionar perguntas favoráveis ao governo, Mandetta se defendeu de acusações de que teria promovido aglomerações em sua despedida do MS e em um bar onde haveria pessoas sem máscaras.

De acordo com ele, o estabelecimento estava aberto conforme as recomendações dos estados que estavam em eleições municipais e que ele e o filho pediram algo para comer, por isso estavam sem máscara.

O ex-ministro disse ainda que não houve recomendação nem da Organização Mundial de Saúde (OMS), nem do próprio presidente para suspender as festividades do Carnaval no país.

“A gente seguia nesse momento as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). A organização não mandou fechar voos da China, as feiras de negócios continuaram a acontecer. Expressamente ela dizia que não era para fazer restrição de locomoção. Não havia nenhum caso registrado dentro do Brasil”, relembrou Mandetta.

“Eu fui um dos poucos ministros da Saúde convocados para o Fórum Econômico de Davos, na Suíça. O presidente Trump (Donald) estava lá. Não tinha ninguém de máscara, não tinha nenhum álcool em gel. Isso era no dia 23 e 22 de janeiro”, exemplificou o ex-ministro.

Texto: Giovanna Marinho

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