Com 1 hora de atraso, aguardando os questionamentos da base governista ao relator da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL), sobre o plano de trabalho da comissão, o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, enfim começou a ser ouvido pelos senadores.
No início do seu depoimento, ele fez um breve resumo do trabalho que realizou em 2019, quando estava a frente do cargo, bem como o início do combate a pandemia. O presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM) determinou que Mandetta tivesse 10 minutos para a apresentação inicial e os senadores 15 minutos entre réplicas e tréplicas.
De acordo com Mandetta, assim que o governo soube da nova variante do coronavírus, já ficaram em alerta, inclusive, em contato com o Ministério de Saúde da China. Bem como a criação de uma Comissão Intergestores Tripartite, entre entidades federal, estadual e municipal.
“A partir do momento que foi nominado a pandemia, ou seja, identificado que o vírus circulava em todos os continentes, houve uma corrida mundial de insumos e testes. O mercado teve aumento assustador de preços e desaparecimentos de itens. Após reunião com a CGU, órgão do ministério, para lisura dos processos de compra, demandei reuniões com o STF para dar ciência dos fatos, PGR, TCU e outros”, afirmou.
O ex-ministro reforçou que todos os pontos referentes a preparação para lidar com a pandemia foram reforçados, assim como convocar várias empresas privadas para parceria na compra de insumos. Além de convocar mais profissionais do programa Mais Médicos, inclusive, recém formados.
Da Redação
Leia mais: