O superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no Amazonas (Dnit-AM), Orlando Fanaia Machado, apresentou, nessa terça-feira (12/3), um balanço da atuação do órgão na rodovia BR-319, a Manaus-Porto Velho (RO), e os problemas de licenciamento do chamado trecho do meio.
Inicialmente o dirigente do DNIT falou sobre o andamento e os desafios das obras de recuperação das pontes que desabaram em 2022 sobre os rios Curuça, no km 23, e Autaz-Mirim, no km 27, e reafirmou a promessa de que a primeira delas será entregue em outubro deste ano.
“Tivemos atrasos, devido a diversos fatores, incluindo o inverno amazônico, mas estamos trabalhando para cumprir essa data limite para que possamos devolver essas estruturas para a população”, declarou
Machado apresentou imagens das obras e afirmou que a construção de pontes de madeira de maneira emergencial não era uma opção pela dificuldade em se obter madeira certificada, o que resultou na opção por balsas de ferro para garantir o tráfego de veículos e pessoas nos trechos colapsados.
Em relação à pavimentação da estrada, Machado disse que o planejamento atual é de recuperar o trecho chamado Lote C, que vai do km 198,2 ao km 250, portanto descartou a recuperação e pavimentação do trecho do meio, que vai do km 250 até o km 665,7, e cujo licenciamento ambiental está travado há anos.
Orlando Machado também explicou que o Grupo de Trabalho já apresentou uma minuta do relatório final ao Ministério dos Transportes, para que este faça as considerações finais. A divulgação do documento cabe ao Ministério.
Leia mais: