quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Ufam manda comunidade acadêmica para home office, mas exclui administrativos

Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Superior do Estado do Amazonas (Sintesam) classificou a portaria que suspendeu atividades acadêmicas por um mês como "discriminatória".
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Eleição para reitor na Ufam
Foto: Divulgação/Ufam

O Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Superior do Estado do Amazonas (Sintesam) classificou como “decisão discriminatória” a portaria da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) , que suspende atividades presenciais na universidade por dias 30, mas as mantém para os Técnicos-Administrativos em Educação (TAEs).

Na nota, o sindicato destaca que durante a semana, por duas vezes, houve oficialização de documento junto à Reitoria, sobre o atual momento crítico da pandemia, com o aumento dos casos de Covid-19.

“Várias instituições estão suspendendo os trabalhos presenciais e retornando às atividades remotas. Manter o trabalho presencial apenas para uma categoria é uma ação discriminatória, que desrespeita a vida de servidores(as) e de suas famílias. Por isso, o sindicato está avaliando as ações cabíveis para impedir esse descaso”, criticou a entidade.

Desde o dia 30 de dezembro, a Universidade Federal passou a exigir o passaporte vacinal para qualquer um que queira entrar nas instalações da universidade. E, na última sexta-feira (14), a Ufam instituiu a portaria suspendendo atividades práticas presenciais pertinentes às áreas de ensino, pesquisa e extensão por um mês.

Procurada pelo RealTime1, a Ufam ainda não de manifestou a respeito da nota do sindicato.

Texto: Jefferson Ramos

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