A subsecretária de Ciência e Tecnologia para Amazônia (SCTA), Tanara Lauschner, apresentou, nesta quinta-feira (2), um balanço positivo das ações do programa de Desenvolvimento Sustentável e Soberano da Amazônia (Pró-Amazônia), que em 2024 investiu R$ 650 milhões em projetos com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
“O grande destaque de 2024 certamente foi o Pró-Amazônia, que abrange toda a Amazônia Legal, mas aqui no Amazonas financiamos projetos em unidades fora de sede da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e a construção do novo herbário para o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa)”, destacou Tanara.
A pesquisa em rede levou a maior parte dos recursos investidos pelo Pró-Amazônia, ficando com R$ 300 milhões do total investido, o que representou 46%. Nessa área foram incentivados projetos de pesquisa e desenvolvimento técnológico que visaram apoiar ou criar centros avançados em áreas estratégicas para o desenvolvimento sustentável da região.
Na sequência, com R$ 160 milhões de investimento (25%), veio o financiamento de projetos voltados para a recuperação, atualização, interiorização e criação de laboratórios, acervos científicos, históricos e culturais e coleções biológicas. Foi dessa linha que saiu os investimentos em estruturas da Ufam e INPA.
Com quase o mesmo valor, R$ 150 milhões (23%), veio a linha que financiou projetos da inciativa privada nas áreas de bioeconomia, cidades sustentáveis, descarbonização de processos produtivos, transformação digital, economia digital, restauração florestal, transporte e monitoramento ambiental.
Por fim foram investidos R$ 40 milhões (6%) projetos de cooperação internacional que visavam o desenvolvimento sustentável da região amazônica.
Conforme o balanço apresentado pela subsecretária Tanara Lauschner, instituições e empresas do Amazonas receberam investimentos, destas quatro linhas de financiamento, um total de R$ 104.936.895,87 milhões, um valor significativo que tende a impulsionar os processos de Ciência, Tecnologia e Inovação no Estado.
Leia Mais: