quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Sindarma: 30% de 41 portos estão inoperantes no AM por falta de manutenção

Segundo o Sindarma, portos de municípios como Parintins e Humaitá são alguns exemplos de estruturas que por algum motivo deixaram de atender à população.
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De um total de 41 Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4) entregues pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) ao Amazonas, 30% estão inoperantes, segundo o Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Amazonas (Sindarma).

De acordo com o diretor do Sindarma, Dodó Carvalho, portos de municípios como Parintins e Humaitá são alguns exemplos de estruturas que, por algum motivo, deixaram de atender à população. Ele afirma que 30% das IP4 construídas no estado estão com as atividades interrompidas.

“A construção de estrutura portuária é um ganho para a sociedade amazonense e, principalmente, para os moradores do interior do estado. Mas o que vemos é que o DNIT constrói e entrega, mas por falta manutenção os portos chegam a um momento que param de operar. Portos de Parintins e Humaitá são alguns desses casos”, disse.

Segundo Carvalho, em meio às interrupções das atividades portuárias o transportador de cargas e de passageiros busca alternativas para ancorar a embarcação e efetivar o embarque e desembarque.

“O transporte de cargas só não é mais afetado porque o transportador procura um local que possibilite o desembarque. Da mesma forma o transporte de passageiros acontece por local mais viável para o trânsito do passageiro”, informou.

A reportagem tentou contato com o DNIT para obter esclarecimentos quanto aos motivos da possível falta de assistência às estruturas, mas até o fechamento da edição não obteve resposta.

IP4 em obras no AM

Segundo mapa das IP4 divulgado no portal do DNIT, quatro instalações portuárias de pequeno porte estão sendo construídas no interior do estado nos municípios de Envira, Alvarães, Anori e Parintins.

Recentemente, o órgão entregou um porto ao município de Silves. O DNIT também está construindo IP4 nos estados de Roraima, Rondônia e Pará.

Texto: Priscila Caldas

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