As campanhas realizadas na rede social Instagram, que indicava o isolamento vertical para o enfrentamento à Covid, realizada pela Secretaria de Comunicação Social do Governo Federal foi alvo de questionamentos do senador Humberto Costa (PT-PE) ao ex-secretário de comunicação da Presidência da República, Fábio Wajngarten na CPI da Covid, nesta quarta-feira (12).
Algumas peças publicitárias foram apresentadas pelo parlamentar aos presentes na sessão. Dentre elas, a campanha “O Brasil não pode parar”, que teve o áudio explicitado pelo senador. Humberto aproveitou para criticar o uso de dinheiro público para financiar propagandas sobre atendimento precoce e contra a obrigatoriedade da vacinação aos brasileiros.

Wajngarten tentou eximir-se da culpa sobre a veiculação destas peças, afirmando que em março de 2020, quando houve a divulgação, estaria afastado das atividades e que todas as publicações passavam pela Advocacia Geral da União (AGU). “Nenhuma peça publicada pela Secom na minha administração foi feita sem autorização do AGU”, afirmou.
Humberto Costa disse então que havia uma “Secom clandestina” e acusou o ex-secretário de improbidade administrativa, por não respeitar o princípio à impessoalidade na redes sociais nas respostas às críticas nos comentários do Instagram @secomvc, inclusive ao comediante, Marcelo Adnet, sobre uma paródia ao presidente Jair Bolsonaro.
Texto: Giovanna Marinho
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