domingo, 14 de julho de 2024

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CPI aprova relatório final com pedido de indiciamento de Bolsonaro

CPI da Pandemia é encerrada com 80 pedidos de indiciamento, incluindo pedidos contra Bolsonaro e três de seus filhos.
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Renan Calheiros e Omar Aziz CPI da Pandemia

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia no Senado Federal aprovou, no início da noite desta terça-feira (26), o relatório final apresentado pelo senador Renan Calheiros (MDB/AL). Foram 7 votos a favor e apenas 4 contrários.

 Após seis meses de trabalho na CPI, o relatório manteve o foco no pedido de indiciamento do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O presidente é apontado, no relatório, como responsável pelo agravamento da pandemia de coronavírus, que deixou mais de 600 mil mortos no País.

Com 1.288 páginas, o relatório do senador Renan Calheiros também pede o indiciamento de mais 77 pessoas e duas empresas.

Votaram a favor do documento os senadores Omar Aziz (PSD-AM), Eduardo Braga (MDB-AM), Humberto Costa (PT-PE), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Renan Calheiros (MDB-AL), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Otto Alencar (PSD-BA). Votaram contra os senadores Eduardo Girão (Podemos-CE), Marcos Rogério (DEM-RO), Jorginho Mello (PL-SC) e Luis Carlos Heinze (PP-RS).

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A versão final do parecer, que tem 1.279 páginas, recomenda o indiciamento do presidente Jair Bolsonaro pela prática de nove infrações. Os três filhos do presidente também não foram poupados pelo relator, que os acusou da prática de incitação ao crime: o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Além deles, Renan Calheiros identificou infrações penais cometidas por duas empresas, a Precisa Medicamentos e a VTCLog, e por outras 74 pessoas. Entre elas, deputados, empresários, jornalistas, médicos, servidores públicos, ministros e ex-ministros de Estado.  

Da Redação

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