O anúncio por parte do governo de São Paulo de que cancelou os créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) para os produtos produzidos no polo industrial da Zona Franca de Manaus (ZFM) criou um ruído entre o governador João Doria, pré-candidato ao Senado pelo PSDB e seu colega tucano, Arthur Neto.
Ao tomar conhecimento da medida do governo paulista executada, nesta semana, Arthur Neto, divulgou um vídeo em suas redes sociais mandando um recado direto ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
“Meu recado ao governador João Doria, cuja amizade privo há muitos anos, é direto, simples e claro: peço que São Paulo recue. Se não recuar, tenho apenas duas atitudes a tomar: ir à Justiça, assim como fiz contra o injusto decreto presidencial, claramente inconstitucional, e declarar o governo paulista inimigo do Amazonas e do modelo econômico que sustenta os empregos dos amazonenses e mantém a maior parte da floresta amazônica brasileira em pé”, disse Virgílio.
Os créditos de ICMS estão previstos em lei e garantem competitividade à Zona Franca de Manaus. Na prática, com a medida, as empresas paulistas que compram os produtos produzidos pelo Polo Industrial de Manaus (PIM) não terão mais o abatimento do ICMS. Ou seja, os produtos do Amazonas se tornam mais caros e, logicamente, menos competitivos.
Com informações da Assessoria
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