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domingo, 16 de maio de 2021

Governo Bolsonaro erra e não convence em Cúpula, avalia Virgílio Viana (FAS)

Superintendente da Fundação Amazonas Sustentável, Virgílio afirmou que cobrar cooperação antes de apresentar resultados concretos n.ão vai produzir dividendos ambientais.

22 de abril de 2021

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Virgílio Viana considera que retomar o diálogo com a sociedade e valorizar a ciência são condições para o cumprimento das promessas feitas (Foto: Reprodução)

O superintendente-geral da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Virgílio Viana, avaliou que o Governo Brasileiro errou ao cobrar cooperação internacional antes de tomar medidas eficazes para a redução do desmatamento, principalmente porque tanto os EUA quanto União Europeia e demais países participantes da Cúpula de Líderes pelo Clima esperavam que o presidente Jair Bolsonaro apresentasse resultados concretos da nossa política ambiental.

“O problema é que o governo não dá mostras convincentes de que tem vontade política de tomar medidas capazes de reduzir o desmatamento. O enfraquecimento de instituições essenciais para reduzir o desmatamento, como Ibama, ICMBio, Incra, Funai e Polícia Federal é uma mostra clara disso”, afirma Virgílio.

Ele cita também como exemplo relevante da falta de resultados a paralisação do Fundo Amazônia, bem como a posição de conflito do Governo Federal em relação às organizações da sociedade civil, sempre marcada por acusações sem fundamentos. “Além da briga com a ciência, sempre descredibilizando as instituições de pesquisa”, afirmou.

Para Virgílio Viana, reduzir o desmatamento como prometido vai custar “dinheiro, inteligência, capacidade de gestão e vontade política”, uma necessidade que o governo parece não ter vontade de suprir a julgar pelos últimos dois anos.

“O que nos resta é pressionar o Governo Federal para que desperte para o óbvio. Dependemos da floresta em pé para assegurar a manutenção do regime de chuvas do Brasil, que alimenta nossos rios para geração de energia hidrelétrica e para o abastecimento urbano de água, além de irrigar a nossa produção agropecuária”, resumiu.

Texto: Gerson Severo Dantas

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