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sexta, 07 de maio de 2021

Gasto dos vereadores com gasolina explode em meio à restrição de circulação

Vereadores gastaram R$ 168.706,96 com combustíveis, o que dava para comprar 33 mil litros de gasolina. Tudo isso no mês com as maiores restrições para circulação em Manaus.

5 de abril de 2021

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Os vereadores de Manaus percorreram, em tese, 363 mil quilômetros (Foto: Divulgação)

Os vereadores de Manaus gastaram no mês de fevereiro um total de R$ 168.706,96 com a compra de combustíveis. O valor é suficiente para comprar 33 mil litros de gasolina, que naquele mês teve preço médio de R$ 5.10, conforme pesquisa do Procon.

Tomando por base um carro médio, cujo aluguel é o preferido dos vereadores, que tem autonomia típica para desenvolver 11 quilômetros com cada litro, os vereadores de Manaus percorreram, em tese, 363 mil quilômetros no mês em que foi decretada pelo Governo do Estado as maiores e mais duras medidas de restrição de circulação de pessoas devido à explosão de casos da Covid-19 em Manaus.

A distância equivale a cem viagens de carro entre a capital amazonense e a cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, cuja distância é de 3.129 km

Os gastos com combustíveis estão listados no portal da Câmara Municipal de Manaus (TRANSPARÊNCIA – COTAS CEAP – CMM – Câmara Municipal de Manaus) e podem ser acessados por qualquer cidadão. O gasto com combustíveis é uma despesa reembolsável pelos vereadores na chamada Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar, a CEAP ou Cotão.

Todo mês os vereadores têm um valor de R$ 18 mil para gastos diversos. Nos meses de janeiro e fevereiro, a compra a de combustível foi um dos principais itens na prestação de contas.

O maior gasto: R$ 9 mil

O vereador Lissandro Breval foi o que mais gastou com este item: R$ 9 mil, valor pago ao posto Sumauma. Depois dele aparecem Rosinaldo Ferreira, com a compra R$ 8.983,00 feita no posto Petrovan; e Jaildo Oliveira, com R$ 8.168.95, no posto Marinho.

Quatro vereadores não usaram em fevereiro recursos do Cotão para comprar combustíveis: Wanderley Monteiro, Ivo Neto, Dione Carvalho e Amon Mandel. Um caso curioso é o do vereador Diego Afonso, proprietário de postos de combustíveis, e gastou R$ 5.821do dinheiro público para comprar na empresa GDA o que ele próprio vende.

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