quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Partida entre Brasil e Uruguai só para vacinados, diz Wilson Lima

Partida está marcada para o dia 14 de outubro e só as pessoas vacinadas contra a Covid-19 poderão ter acesso ao jogo; informações sobre venda de ingressos ficarão com a CBF.
COMPARTILHE

Na manhã desta quarta-feira (22), o governador Wilson Lima (PSC) falou à imprensa como será a organização para o jogo pelas eliminatórias da Copa do Mundo, onde se enfrentarão Brasil e Uruguai na Arena da Amazônia. A partida está marcada para o dia 14 de outubro e só as pessoas vacinadas contra a Covid-19 poderão ter acesso ao jogo.

“Eu tive reuniões esses dias com a CBF [Confederação Brasileira de Futebol] para a gente acertar os detalhes. Nós vamos ter uma estrutura de segurança pública, sanitária e de trânsito. Estamos estudando colocar quatro entradas na Arena para evitar aglomerações”, anunciou o governador, destacando que todas as trativas acerca do evento esportivo estão “avançadas”.

O governador explicou ainda que evento terá a permissão para ocupar 30% das arquibancadas, o que chega a aproximadamente 12 mil pessoas. Wilson destacou que, deste quantitativo, o público será dividido entre oito mil pagantes e quatro mil convidados do Governo do Estado e CBF, além de homenageados.

“Essa é a primeiro jogo da eliminatório disputado pela Seleção Brasileira que terá públic, portanto é muito significativo para o Amazonas, porque todos sabem o que passamos no pico da pandemia, além de servir de parâmetro para a realização de outros eventos”, disse Wilson Lima.

Exigência e ingressos

O governador Wilson Lima frisou que quem for participar do evento, precisa, necessariamente, ter tomado as duas doses da vacina contra Covid-19 ou a dose única, no caso da vacina Janssen. Ele também explicou que, por se tratar de um evento particular, todas as informações sobre venda de ingressos serão divulgadas pela CBF.

O governador garantiu que o Estado dará estrutura de segurança, sanitária e de trânsito para a realização da partida na Arena da Amazônia.

“Vamos trabalhar em parceria com a Prefeitura e o Governo Federal, inclusive com a presença do Exército. Usaremos a estrutura da Copa do Mundo, com a interdição de todo o entorno da Arena”, contou Wilson.

Texto: João Luiz Onety e Rosianne Couto

Leia Mais:

COMPARTILHE