domingo, 14 de julho de 2024

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NAVEGAÇÃO INTERIOR

Empresas já sofrem prejuízos com encalhes no rio Madeira, afirma presidente da Abani

Para Dodó Carvalho, a estiagem deste ano tende a piorar e exigirá ações rápidas e firmes do Governo Federal.
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Navio trafega pelo rio Madeira
É pela hidrovia do rio Madeira que é escoada a produção agrícola de parte do Centro-Oeste

O presidente da Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Navegação Interior (Abani), Claudiomiro Carvalho, o Dodó, confirmou nesta terça-feira (18/6) que a vazante dos rios da Bacia Amazônica já está causando prejuízos aos armadores que operam na região do rio Madeira.

Ele afirmou que “já foram registrados vários encalhes de embarcações e várias outras na pedra”.

Para o empresário, que já presidiu o Sindicato das Empresas de Navegação do Amazonas (Sindarma), a estiagem deste ano tende a piorar e exigirá ações rápidas e firmes do Governo Federal para evitar a interrupção da navegação. A principal medida necessária será a dragagem dos pontos críticos.

Licenças ambientais para dragagem e privatização do Madeira

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) autorizou a operação de dragagem do rio Madeira em maio, e em 4 de junho, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também concedeu autorização.

Com essas autorizações, o Dnit está livre para contratar a empresa responsável pela dragagem e manutenção da hidrovia do Madeira. A privatização dessa hidrovia está prevista para o primeiro semestre do próximo ano, conforme projeto aprovado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

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A hidrovia do Rio Madeira é uma rota fundamental para o escoamento de grãos dos estados do Mato Grosso e Rondônia, além de ser crucial para o transporte de passageiros na região. A concessão prevê serviços de dragagem, derrocagem, balizamento e sinalização adequados, garantindo segurança e confiabilidade na navegação, com um investimento estimado em R$ 109 milhões.

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