quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Comércio online ganhou impulso na pandemia, aponta FGV

Levantamento da FGV afirma que o comércio varejista acelerou o processo de digitalização com maior adesão às vendas online, minimizando os impactos da pandemia.
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Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que durante a pandemia o comércio varejista acelerou o processo de digitalização com maior adesão às vendas online, minimizando os impactos negativos da queda de circulação de pessoas.

Conforme o levantamento, antes da pandemia o e-commerce representava, em média, 9,2% do faturamento das lojas. Em julho de 2020 o percentual subiu para 19,8%. Enquanto em junho de 2021 a marca chegou a 21,2%.

Outro resultado significativo apontado pela sondagem é que 49,7% das empresas não faziam nenhuma venda on-line antes da pandemia. Em julho do ano passado, essa fatia tinha recuado para 28,4% e em junho deste ano estava em 20,2%.

De acordo com o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus (CDLM), Ralph Assayag, as vendas online foram alternativas em meio ao período de crise sanitária e imposições de medidas restritivas de isolamento social. Ele afirma que a tendência é que o e-commerce tenha cada vez mais representatividade nos resultados do comércio varejista.

“As vendas online ajudam muito e já começam a ser representativas. Algumas empresas chegam a vender até 30% por meio eletrônico. Mas no cômputo geral a média dessa modalidade está entre 7% a 10% do total de vendas”, informou o empresário.

Levantamentos da CDLM relacionados às intenções de compra do consumidor em datas comemorativas, neste ano, apontaram o e-commerce como um dos meios mais utilizados para as compras, após o presencial no centro da cidade e nos shoppings centers.

Texto: Priscila Caldas

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