quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Amazonino e Braga apostam no Twitter após derrubada de redes sociais

Os dois já governaram o Amazonas e, nas redes sociais, ambos têm intensificado publicações expondo o legado de suas administrações públicas.
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Amazonino e Braga se confrontaram para o Governo do Amazonas três vezes em 1998, 2006 e 2017 (Foto: Reprodução)
Braga e Amazonino se confrontaram para o Governo do Amazonas três vezes em 1998, 2006 e 2017 (Foto: Reprodução)

Não acaba e nem fica pouco. Nem mesmo a instabilidade nas redes sociais WhatsApp, Facebook e Instagram desde o final da manhã desta segunda-feira (4), tirou do ar os pré-candidatos ao Governo do Amazonas em 2022.

Amazonino Mendes (sem partido), o “Negão”, e Eduardo Braga (MDB) são provas vivas disso. Os dois não perderam tempo e correram para o Twitter, assim que as outras redes sociais deixaram de operar regularmente.

Em ano pré-eleitoral, ambos disputam a preferência do eleitor e, desde o início do mês de setembro deste ano, usam as redes sociais para expôr o legado de duas administrações públicas.

Amazonino foi governador por 4 mandatos, enquanto Braga foi por dois. Durante suas passagens pelo comando do Governo do Amazonas, os dois tiveram grandes projetos e obras que beneficiam até hoje a vida da população amazonense.

“Negão” aproveitou que o Twitter se tornou a “menina dos olhos” e usou a rede social para rebater críticas de um webnauta, que usou o Instagram para comentar em uma publicação do pré-candidato sobre obras e projetos dele durante a vida pública.

“Não fez mais que a sua obrigação. Depois disso o senhor fez o quê?”, postou o webnauta.

Imediatamente, Amazonino saiu em defesa e divulgou a resposta em forma de vídeo, estampando na tela os inúmeros projetos e obras durante sua gestão à frente do Governo do Estado.

Quem também não perdeu o andar da carruagem foi o senador Eduardo Braga. Ele, que também é pré-candidato ao Governo do Amazonas na próxima Eleição, usou o Twitter para interagir com o eleitor listando opções de projetos de sua gestão no Governo que poderiam voltar a beneficiar a população junto com o retorno do sinal do WhatsApp.

Texto: Isac Sharlon

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