De janeiro a novembro de 2021, o Amazonas abriu 37.691 novos postos formais de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta quinta-feira (23) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. Em 11 meses, foram 195.664 trabalhadores admitidos com carteira assinada no estado, enquanto as demissões formais somaram 157.973. De acordo com os resultados, todos os setores registram saldos positivos na geração de empregos em 2021.
Neste período, o setor de serviços liderou os números, tanto de geração de novos postos, como de contratações e demissões formais. No acumulado do ano, o segmento foi responsável por 88.434 contrações e 72.841 demissões, o que resultou em um saldo positivo de 15.613 novas vagas de empregos criadas.
A indústria aparece como a segunda atividade que mais abriu vagas entre janeiro e novembro no estado, com saldo de 9.664 postos formais de emprego criados (39.818 admissões e 30.154 demissões).
Mesmo contrando mais que a indústria, o setor comercial registrou um saldo mais baixo, já que também demitiu mais. Em 11 meses, o comércio contratou 49.007 trabalhadores formais e demitiu 40.521. Com isso, o saldo da geração de empregos no setor ficou em 8.486 novas vagas abertas.
Por fim, o setor da construção civil foi o que apresentou o menor índice de geração de empregos entre janeiro e novembro deste ano – ainda que positivo. Ao todo, foram 17.406 contratações formais, contra 14.011 demissões, com saldo de 3.395 postos criados.
Novembro
Considerando apenas os números referentes ao mês de novembro, o Amazonas registrou, no mês passado, a abertura de 4.817 novos postos de trabalho, com 17.825 admissões formais e 13.008 demissões.
Ao contrário do que foi registrado no acumulado do ano, em novembro o comércio foi o grande responsável pela abertura de novos postos de trabalho com carteira assinada, com saldo positivo de 2.489 vagas abertas (5.828 admissões e 3.339 demissões).
Em seguida aparecem os setores de serviços, com saldo de 1.256 vagas abertas (7.318 admissões e 6.062 demissões) e indústria, que abriu 1.097 vagas (3.269 admissões e 2.172 demissões). Já a construção civil, foi o único setor que fechou o mês de novembro com saldo negativo na geração de empregos, com a perda de 86 vagas, com 1.316 admissões formais e 1.402 demissões.
Texto: Lucas Raposo
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