quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Desemprego cai, mas informalidade ainda atinge 59% dos amazonenses

Taxa de desocupação do estado caiu 2,3 pontos percencetuais no 3º trimestre, passando de 15,8%, entre abril e junho, para 13,4% entre julho e setembro, segundo dados do IBGE.
COMPARTILHE

A taxa de desocupação do Amazonas caiu 2,3 pontos percencetuais no terceiro trimestre do ano, na comparação com o segundo trimestre. No período de julho e setembro, a taxa de desocupação no estado foi de 13,4%, enquanto que entre abril e junho, este percentual foi de 15,8%.

Na comparação com o mesmo período de 2020, quando a taxa de desocupação do Amazonas foi de 16,9%, a redução foi de 3,5 pontos percentuais.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, divulgada nesta terça-feira (30) pelo IBGE.

Entre abril e junho de 2021, a população desocupada, que somava 304 mil pessoas, caiu para 264 mil pessoas, entre julho e setembro, no Estado.

Apesar de ter diminuído a taxa de desemprego no Estado, e de ter aumentado o número de ocupados, a taxa de informalidade alcançou 59,5% das pessoas ocupadas no 3º trimestre do ano, no Amazonas, a segunda maior taxa do país, menor apenas do que a do Pará. Dessa forma, quase 6 a cada 10 trabalhadores do Amazonas não possuíam vínculo empregatício formal.

Já o nível de ocupação, que é o percentual dos ocupados em relação àqueles na idade de trabalhar, subiu 1,9 ponto percentual, entre o 2º e o 3º trimestre de 2021, resultando em 55,0% da população. Na comparação entre o 3º trimestre de 2021 e o mesmo período de 2020, o crescimento no nível de ocupação foi ainda maior: 5,2 pontos percentuais.

A alta no número de pessoas ocupadas no comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (11,2%) e nos serviços domésticos (21,2%) colaboraram para o crescimento percentual de pessoas empregadas do Estado.

Fonte: IBGE Amazonas

Leia mais:

COMPARTILHE