sexta-feira, 12 de julho de 2024

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Vereadora de Itamarati quer de volta dinheiro apreendido em operação da PF

O TRE-AM negou pedido da vereadora de Itamarati, Jackie Freitas, que pedia restituição de R$ 19.600,00 apreendidos em operação da Polícia Federal, no Aeroclube de Manaus.
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TRE nega recurso de vereadora de Itamarati por dinheiro apreendido
Foto: Divulgação / PF

O juiz eleitoral da 2ª Zona Eleitoral, Anésio Rocha Pinheiro, negou recurso solicitado pela vereadora de Itamarati, Jackie Freitas de Lima, que pedia restituições de bens apreendidos, pela Polícia Federal, durante uma fiscalização no Aeroclube de Manaus.

Durante a operação, a PF apreendeu a quantia de R$ 19.600,00 em posse de Vinicius Cassiano Mendes, no ano passado.

O RealTime1 entrou em contato com a Superintendência da Polícia Federal no Amazonas para obter informações sobre a operação, mas o órgão não deu retorno.

Sobre o pedido da vereadora, o Ministério Público do Estado do Amazonas já havia se manifestado contra, principalmente porque a parlamentar não apresentou evidências que comprovassem sua relação com Vinicius Mendes.

A vereadora disse que Vinícius estava a seu serviço, entretanto, não entregou provas de vínculo empregatício ou um contrato de prestação de serviços.

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Conforme o TRE-AM, não há registro do malote e, por último, Jackie Freitas, ao fazer o pedido, não mencionou em suas declarações que é vereadora na cidade de Itamarati, o que só foi identificado durante o inquérito.

“Ora, alegar a inexistência de vínculo entre o dinheiro apreendido com qualquer candidato se
mostra, no mínimo paradoxal, posto que a própria requerente foi candidata eleita com 202 votos (3,62% dos votos válidos) no pleito de 2020 daquele município”, informa o trecho da decisão do juiz.

Em sua decisão, o juiz entendeu que não foram apresentados elementos suficientes para o deferimento do pedido, já que há dúvida em relação ao alegado pela vereadora e que, por isso, indeferia o recurso de restituição, dando ciência ao MPE e ao Departamento de Polícia Federal para providências.

Veja a decisão do TRE

Da Redação

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