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terça, 15 de junho de 2021

‘Trilha do dinheiro’ muda status de depoentes na CPI da Covid-19

Renan Calheiros não informou quais depoentes terão o status mudado, mas alertou que investigação da CPI agora entrou na fase de seguir a chamada "trilha do dinheiro".

11 de junho de 2021

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Renan Calheiros e Randolfe Rodrigues sinalizaram que a investigação entrará numa nova fase com a busca de negócios escusos realizados na pandemia (Foto: Agência Senado)

O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou que as arguições da CPI irão entrar em uma nova fase, mudando o status de alguns depoentes de “testemunha” para “investigadas”. Renan não indicou quem será alvo dessa mudança, mas garantiu que o foco seguirá a “trilha do dinheiro”.

Essa sinalização tinha sido dada pelo vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), na sessão que aprovou requerimentos quebrando os sigilos bancários, fiscais, telefônicos e telemáticos (internet) de uma série de pessoas e empresas envolvidas com negócios do Ministério da Saúde e da Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

Entre as empresas que tiveram os sigilos quebrados está a farmacêutica Apsen, do empresário  Renato Spallicci, principal fabricante de hidroxicloroquina no Brasil. Essa empresa teve um aumento expressivo de faturamento em 2020 a partir da defesa que o governo fez do uso deste medicamento no combate a Covid-19.

Outro que está na mesma linha é José Alves Filho, representante da empresa que produz no Brasil, sob licença do laboratório Merck, o remédio ivermectina, também constante do chamado kit-covid usado no tratamento precoce defendido pelo governo.

As relações destes dois empresários e das empresas deles com autoridades públicas é a chave para torná-los investigados, condição na qual eles podem ser citados no relatório final com recomendação de abertura de processo penal aos Ministérios Públicos Federal e estaduais.

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