Em discurso a seus apoiadores na tarde deste sábado (15), na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro disse que sem o voto impresso no Brasil, as eleições em 2022 seriam fraudadas em favor do ex-presidente Lula, ao qual ele se referiu com os termos: “bandido de nove dedos” e “vagabundo”.
“Se tiraram da cadeia o maior canalha da história do Brasil, se para esse canalha foi dado o direito de concorrer, o que me parece é que se não tivermos o voto auditável, esse canalha pela fraude ganha as eleições do ano que vem”, supos Bolsonaro.
O presidente pediu ainda apoio ao Projeto de Emeda a Constituição (PEC) nº 135/2019, proposta no Congresso pela deputado bolsonarista, Bia Kics (PSL-DF) e foi aclamado por seu reduto eleitoral. O ato havia sido covovado por produtores rurais e movimentos religiosos conservadores, que organizam a Marcha da Família Cristã pela Liberdade.
“Nós não podemos admitir um sistema eleitoral que é passível de fraude. E eu tenho dito se o nosso Congresso Nacional aprovar a PEC do voto auditável da Bia Kicis, e ela for promulgada, nos teremos voto impresso em 22”, ressaltou o presidente.
Com a queda nos indices de aprovação, Bolsonaro deixou implícita a sua preocupação com os resultados de pesquisas divulgados nos últimos dias, e justificou aos seus eleitores que não existe soluções rápidas, mas que seu ministros sacrificariam a própria vida pela pátria.
“Sei que muitos de vocês querem o imediatismo, a solução rápida para tudo. Pode ter certeza. Hoje meus 22 ministros estão perfeitamente alinhados com o propósito maior de servir a sua pátria, e de preservar a nossa liberdade com sacrifício até da própria vida se necessário for”, completou.
Com informações do Poder 360
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