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segunda, 08 de agosto de 2022

Reforma administrativa: Alberto Neto chama discussão de palhaçada

Capitão Alberto Neto, um dos deputados que integram a Comissão Especial da Reforma Administrativa, perdeu a paciência durante o debate dos colegas parlamentares.

23 de setembro de 2021

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Capitão Alberto Neto é vice-líder do governo na Câmara e queria acelerar a votação do projeto que reforma a administração. (Foto: Reprodução)

Nesta quinta-feira (23), o deputado federal Capitão Alberto Neto (Republicanos) chamou de ”palhaçada” as discussões promovidas por deputados de oposição durante a reunião da Comissão Especial, composta por 47 deputados, que segue votando o parecer do deputado Arthur Maia (DEM-BA), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/20 que institui a Reforma Administrativa.

O parlamentar queria acelerar os debates e seguir direto para a votação. “Vamos acabar com essa palhaçada e vamos direto pros votos”, reclamou Alberto Neto, aproveitando para defender o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Na avaliação do deputado, o atual governo promoveu avanços na economia e afirmou que a atual situação dos servidores públicos não está mais favorável por culpa dos governos anteriores e completou dizendo que a oposição está tentando enganar a população ao afirmar que a reforma é negativa. O parlamentar foi vaiado pelos colegas e chegou a pedir que os mesmos guardassem as vaias para o final da fala dele.

Os ânimos ficaram mais exaltados, deputados de oposição pediram respeito do bolsonarista e afirmaram que debater faz parte do processo. Assim que o deputado saiu, foi alvo de comentários dos colegas parlamentares, que o chamaram palhaço e covarde por não ter ficado na sala para ouvir a discussão.

Já o deputado Marcel Von Hattem (Novo-RS) afirmou que reforma não prejudicará os servidores. ”O mal servidor público precisa ser penalizado, o bom servidor não pode pagar pela falta de compromisso de uma minoria”.

A comissão ainda não conseguiu iniciar a votação do parecer do relator. Trechos que tratam sobre as privatizações e a extensão de contratos temporários, são alvo de discussões, a oposição pede que eles sejam retirados do texto.

O deputado Rogério Correia (PT-MG) declarou que a PEC é um grande retrocesso para os serviço público. ”Essa é a PEC do fim do SUS, é a PEC do fim do FUNDEB, é PEC do desmonte, é a PEC da corrupção, é a PEC da rachadinha”.

Após a votação do parecer do relator na Comissão Especial o texto segue para o Plenário da Câmara.

Texto: João Luiz Onety, com informações da Câmara dos Deputados

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