quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Para Bolsonaristas, Eduardo Braga é peça-chave para barrar CPI do MEC

Ao RealTime1, o senador Eduardo Braga (MDB) disse que descarta essa possibilidade e não deve retirar a assinatura para a instalação da CPI para investigar o MEC.
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Eduardo Braga foi ministro de Minas e Energia da ex-presidente Dilma Rousseff (Foto: Reprodução)
Eduardo Braga foi ministro de Minas e Energia da ex-presidente Dilma Rousseff (Foto: Reprodução)

Após o líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), protocolar requerimento para a instalação de uma CPI para investigar um suposto balcão de negócios dentro do Ministério da Educação no Senado, membros da base governistas já se articulam para tentar barrar a instalação da comissão.

O próximo passo para a instalação da CPI é a leitura do requerimento em plenário pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Não há prazo para isso. Até lá, senadores podem retirar ou acrescentar assinaturas até a meia-noite do dia em que o documento for lido em plenário.

Uma das estratégias adotadas pelos aliados do presidente Bolsonaro (PL) é tentar retirar a adesão ao documento, que conta conta com a assinatura de 30 senadores, três a mais que o necessário. Os governistas investem, sobretudo, na retirada das assinaturas do senador Giordano (MDB-SP) e do líder do MDB, Eduardo Braga.

Procurado pelo RealTime1, no entanto, o senador amazonense descartou essa possibilidade e disse que vai manter a assinatura dele no pedido de CPI do MEC.

Em outra frente, lideranças governistas também apontam que possuem três CPIs já protocoladas anteriormente e argumentam que a instalação deve seguir uma ordem de antiguidade. Governistas ameaçam ingressar com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para que esse critério seja seguido.

*Da redação, com informações da Folhapress

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