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domingo, 16 de maio de 2021

MDB segue movimento: PT e PCdoB estão na mira de Eduardo

Senador costura aliança com partidos de esquerda visando à candidatura dele ao governo do Estado e a de Lula à presidência da República

31 de março de 2021

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Eduardo e Vanessa podem repetir a dobradinha da aliança feita para a disputa da eleição ao senado em 2018

O MDB terá candidato ao governo do Estado em 2022 e o nome da vez é o do senador Eduardo Braga, duas vezes governador entre 2003 e 2010. Ele já fez acenos para o PT, onde tem a simpatia do virtual candidato à presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, e para o PCdoB, com quem esteve aliado na eleição proporcional de 2018.

O PCdoB se prepara para colocar o bloco na rua com as candidaturas da ex-senadora Vanessa Graziottin e do ex-deputado Eron Bezerra, duas lideranças tradicionais do partido e que tiveram destaque no governo Braga.

Vanessa mira um retorno à Câmara Federal, mas pode ir para um embate ao Senado novamente, vaga que perdeu em 2018 para Plínio Valério (PSDB). Em 2018 estará em disputa apenas uma vaga, a do senador Omar Aziz (PSD), que indica estar no projeto reeleitoral de Wilson Lima (PSC), que não tem candidato ao senado.

“Estou pensando em candidatura porque está na hora de desmascarar o que fizeram comigo e com a presidente Dilma durante a Operação Lava Jato”, diz Vanessa, um dos quadros mais identificados com a luta contra o impeachment. A posição divergente dela e de Braga nessa questão não será um empecilho para a formação de uma aliança, desde que abençoada por Lula

Com o PT as conversas de Braga estão adiantadas e praticamente fechadas devido ao fator Lula. O ex-presidente precisa de um bom palanque no Estado e Braga é o ideal, pois estiveram juntos e construíram obras e programas de sucesso entre 2003 e 2010.

A única reclamação contra Braga é o fato dele ter votado a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff em 2016, embora tenha sido o último emedebista a embarcar na presidência de Michel Temer.

O deputado Sinésio Campos faz o meio campo com o senador, apesar de ter dito ao RealTime1 que tudo isso, nesse momento, é fake news. Para disfarçar, ele reafirma que o PT pode ter candidato, no caso o deputado federal José Ricardo Wendling.

Este se coloca como opção, mas sabe que tudo vai depender de um arranjo maior para viabilizar a volta do PT ao poder federal.

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