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sábado, 23 de outubro de 2021

Marcelo Ramos: lealdade a Lira dificulta impeachment de Bolsonaro

O deputado federal havia dito anteriormente que, caso assumisse a presidência da Câmara, poderia colocar em pauta um dos mais de 100 pedidos de impeachment contra Bolsonaro.

6 de outubro de 2021

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Há mais de 100 pedidos de impeachment protocolados contra Bolsonaro na Câmara dos Deputados (Foto Adriano Machado/Reuters)

A resposta que todos querem nesta quarta-feira (6) é saber se o deputado federal Marcelo Ramos (PL) resolverá abrir um dos mais de 130 pedidos de impeachment protocolados na Câmara dos Deputados contra Bolsonaro.

Isso porque o deputado, que é vice-presidente da Casa e hoje, com a ausência de Lira, assumiu a presidência da mesma, já havia dito anteriormente que há uma grande possibilidade de colocar em pauta na Câmara um dos pedidos caso assume a presidência por algum motivo.

Porém, o plano revelado em agosto pelo deputado pode não se concretizar dessa vez. Em reunião com agentes endêmicos hoje, em Brasília, Marcelo disse não haver condições de colocar para votação propostas sobre a categoria, uma vez que, segundo ele, seria um comportamento desleal a Arthur Lira (PP-AL), que ainda é o presidente da Casa.

A afirmação do vice-presidente da Câmara dos Deputados coloca em cheque o discurso dele em agosto, quando afirmava que se assumisse o comando da Casa colocaria um dos pedidos de impeachment em pauta.

Além disso, nos corredores do Congresso Nacional comenta-se que a abertura de um processo de impeachment contra Bolsonaro pode acabar beneficiando o presidente. Isso porque nas ruas não há tanta movimentação do povo pela saída do presidenciável e, com isso, não haveria pressão sobre os deputados para votar a favor.

Com isso, uma rejeição na votação fortaleceria ainda mais Bolsonaro, mesmo diante da descida dele cada vez mais evidente em pesquisas eleitorais com o ex-presidente Lula como pré-candidato do PT em 2022.

Ramos é o primeiro amazonense a ocupa a presidência da Casa, e ficará comando da Casa até o próximo dia 10/10 em razão de viagem do presidente Arthur Lira à Itália.

Texto: Isac Sharlon

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