O “adesivaço” em favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), promovido neste sábado (3), prometia somar forças já visando as Eleições 2022, mas foi um fiasco.
No local de concentração do movimento, Praça Domingos Russo, na Avenida Djalma Batista, pouco mais de 30 pessoas aderiram à ideia.
O grupo organizador, intitulado Direita Amazonas, previa distribuir 1.500 adesivos com mensagens de apoio à reeleição do presidentes.
Alguns analistas indicavam que esse ato seria um termômetro para medir a força de Bolsonaro para as eleições do próximo ano, uma vez que na semana passada foi divulgada a primeira pesquisa realizada no Amazonas mostrando o ex-presidente Lula á frente do presidente, com 12 pontos percentuais.
‘Só barulho’, como dizia Mestrinho
Na década de 80, o ex-governador Gilberto Mestrinho dizia que a esquerda “apenas fazia muito barulho e nada fazia”.
Trinta anos depois, o que se viu neste sábado em Manaus foi o contrário.
Acostumados a fazer muito barulho na internet, onde vociferam palavras de ordem em prol do presidente, o que se viu neste sábado foi um exemplo do que o falecido ‘Boto Navegador’ já dizia no Amazonas. Só que às avessas.
Políticos e a pandemia
Alguns políticos marcaram presença no ato. Entre eles foi o ex-candidato à prefeitura de Manaus Romero Reis (Novo). Além dele, o deputado federal Capitão Alberto Neto (Republicanos) e o vereador Capitão Carpê Andrade(Republicanos) também estiveram no local.
A pouca movimentação não impediu que, ainda assim, as medidas sanitárias de enfrentamento à Covid fossem desrespeitadas pelos apoioadores do presidente. Eles posavam para fotos sem se preocupar com o distanciamento social e, também, usavam a máscara facial de forma incorreta.
Da Redação
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