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segunda, 08 de agosto de 2022

Evangélicos: base de sustentação de Bolsonaro tem estremecido

Pesquisa PoderData indicou que, enquanto número de evangélicos que considera o trabalho do presidente ótimo/bom caiu de 5%, os que acham ruim/péssimo subiu 3%.

14 de outubro de 2021

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Taxa de evangélicos que o consideram "ótimo" ou "bom" recuou em 2 meses (Foto: Reprodução)

Uma das principais bases de sustentação do Governo Bolsonaro, os eleitores evangélicos têm indicado uma leve decepção com o trabalho do presidente no comando do país, resultando no recuo de 5% daqueles que consideram sua gestão “ótima” ou “boa”.

O números refere-se à pesquisa PoderData realizada entre os dias 11 e 13 de outubro.

No levantamento de agosto da mesma pesquisa, a taxa de evangélicos que consideravam os trabalhos de Jair Bolsonaro (sem partido) “ótimo” ou “bom” era de 50%, hoje, a taxa é de 45%.

A pesquisa indica que as classificações negativas têm crescido. Para 37% dos evangélicos, o trabalho do presidente hoje é “ruim” ou “péssimo” – antes era 34%. Para a avaliação regular, o número saltou de 11 para 16%.

E os católicos?

Já entre os católicos, Bolsonaro é considerado “ruim” ou “péssimo” por 57%, antes 67% em agosto. Mesmo com o refresco, a taxa é maior do que a observada na população geral (de 53%). A base de apoio (“ótimo” + “bom”) entre católicos, no entanto, teve uma oscilação positiva de 5 pontos, ficando em 26% ante 21% há 2 meses e meio.

População geral

Quando considera-se toda a população brasileira, o trabalho pessoal de Bolsonaro tem 53% de “ruim” ou “péssimo”, contra 29% de “ótimo” ou “bom”. O grupo que considera o trabalho do presidente “regular” é de 18%.

Os números mostram uma leve tendência positiva para o Palácio do Planalto nos últimos 30 dias. No fim de setembro, o presidente chegou ao seu maior nível de rejeição já registrado pelo PoderData.

Dados da pesquisa

A pesquisa PoderData ouviu 2.500 pessoas em 469 municípios nas 27 unidades da Federação.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Da Redação, com informações do Poder 360

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