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quinta, 07 de julho de 2022

Avaliação negativa de Bolsonaro sobe entre católicos, diz pesquisa

Pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (1º) mostra que Lula vence em todos os cenários de segundo turno na eleição presidencial do próximo ano.

1 de setembro de 2021

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Jair Bolsonaro perde para Lula no segundo turno, segundo pesquisa, mas segue bem entre eleitores evangélicos (Foto: Agência Brasil)

A avaliação negativa do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) entre os eleitors católicos subiu 4% no mês de agosto e alcançou 50% deste segmento, conforme indicou a pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (1º/9). Entre as pessoas que disseram não ter religião, o número saltou de 54% para 57%.

A pesquisa Genial/Quaest foi realizada em 27 capitais do país, entre os dias 26 e 29 de agosto, com duas mil pessoas. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, com nível de 95% de confiança. Foram entrevistadas pessoas com mais de 16 anos e de modo presencial.

Entre os eleitores evangélicos, o percentual dos que reprovam o governo Bolsonaro caiu um ponto porcentual e estacionou em 36%. Este é segmento eleitoral mais fiel ao governo até então.

Entre pessoas com outras denominações religiosas, o percentual negativo que era de 58% caiu para 56%.

Problemas do país

Sobre o principal problema que o país enfrenta, 28% dos entrevistados disseram que saúde e pandemia compõem o maior entrave para Bolsonaro. Na sequência aparece a debilidade da economia, apontada por 21% dos eleitores ouvidos.

Os entrevistados também avaliaram a performance da economia brasileira neste ano. Para 68% dos ouvidos a economia piorou; 17% avaliaram que está na mesma e 2% não sabem ou não souberam responder.

Lula x Bolsonaro

A pesquisa também avaliou a intenção de votos em um eventual segundo turno nas eleições presidenciais de 2022 entre o ex-presidente Lula e Bolsonaro. Lula teria 55% dos votos, contra 30% para Bolsonaro. Votos brancos, nulo ou em nenhum deles somaram 11%. Não souberam ou não responderam foram 3%.

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