O presidente da comissão de Ética da Assembleia Legislativa, deputado Sinésio Campos (PT), indicou o oposicionista Dermilson Chagas (Podemos) para relatar o pedido de cassação apresentado contra a líder do governo na Casa, deputada Joana Darc (PL), por quebra de decoro parlamentar.
Em uma sessão tumultuada em 3 de dezembro do ano passado, quando o então presidente da Casa, Josué Neto, manobrou para adiantar a escolha do sucessor dele no comando da Assembleia, Joana Darc acusou deputados de terem recebido R$ 200 mil para votar a mudança do regimento e no nome indicado por Josué, no caso o atual presidente Roberto Cidade (PV), que seria o responsável pela compra de votos.
Pelo regimento da comissão de Ética e da própria ALE-AM, Dermilson Chagas tem cinco dias para elaborar um parecer sobre o caso que será apreciado pelo colegiado, que tem direito a apresentar emendas. Aprovado, Joana será notificada para apresentar defesa, que será juntada ao relatório e submetida ao plenário em votação aberta.
Atualmente Joana Darc cumpre licença maternidade e só poderá responder sobre o caso quando retornar ao trabalho.
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