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sábado, 08 de maio de 2021

Dermilson pede provas a Joana, mas não sabe se ficará na relatoria

Relator do processo de cassação de Joana Darc , por quebra de decoro parlamentar, Dermilson Chagas irá à procuradoria da Aleam para averiguar se pode assumir a relatoria.

14 de abril de 2021

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O deputado foi um dos que, ainda em dezembro, acusou Joana de quebra de decoro parlamentar (Foto: Reprodução)

O deputado estadual Dermilson Chagas (Podemos), relator do processo de cassação da líder do governo na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputada Joana Darc (PL), pedirá a ela a entrega de provas das acusações de compra de votos pelo presidente da Casa, Roberto Cidade (PV), na eleição da Mesa Diretora, em dezembro.

A afirmação da parlamentar foi feita durante uma votação relâmpago e polêmica no ano passado, que elegeu Cidade para comandar a Casa. Sob acusações de “golpe” e “traição” do atual presidente, Joana afirmou que 16 votos em favor dele haviam sido comprados por R$ 200 mil cada um.

Dermilson foi um dos que, à época, pediu que a deputada apresentasse provas da sua alegação, pois a fala configuraria quebra de decoro parlamentar. Na semana passada, ele foi escolhido pelo presidente de Comissão de Ética, Sinésio Campos (PT), como relator do pedido de cassação ao mandato de Joana, movido pelo seu colega de sigla, Wilker Barreto (Podemos).

Em virtude dessa proximidade, Chagas anunciou que irá consultar a procuradoria da Aleam para verificar se pode, ou não, relatar o processo, uma vez que há interesse direto dele na perda do mandato de Joana. “Não posso ser o acusador e inquisidor”, ponderou.

Entretanto, caso haja a confirmação de que ele pode assumir a relatoria sem danos a imparcialidade do processo, Dermilson adiantou que deve solicitar provas que confirmem a denúncia de compra de votos.

“Se não tiver nenhum problema, de antemão já antecipo que a deputada Joana Darc traga um recibo, foto ou uma filmagem de alguém recebendo, entregando ou negociando R$ 200 mil, e o prazo dela, com certeza eu vou dar em dobro, porque é mais do que justo, ampla defesa”, anunciou Wilker.

A deputada Joana Darc, por meio de nota, declarou que soube do prosseguimento do processo para sua cassação, mas disse que a prioridade dela, agora, será o filho Joaquim e a sua recuperação da pós-parto, e pediu respeito ao direito constitucional à licença maternidade.

“A todos que estão me procurando em busca de declarações, tenho a dizer que estou de licença-maternidade, numa fase complicada do pós-parto (puerpério), amamentando meu filho recém-nascido que demanda de mim nesse momento total e absoluta dedicação, ainda mais pela sua condição especial”, declarou.

Texto: Giovanna Marinho

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