quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Caso de ex-prefeito de Tapauá prescreve após dez anos sem julgamento

O réu foi acusado ​​de cometer crime eleitoral previsto no art. 299 do Código Eleitoral, que fala sobre compra ou venda de votos. Conforme a denúncia, o fato ocorreu em 2012.
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candidatos TRE-AM
(Foto: TRE-AM)

Após mais de dez anos se arrastando na Justiça Eleitoral do Amazonas, uma ação penal que apurava supostos crimes de compra de votos por parte do ex-prefeito de Tapauá, Almino Gonçalves, prescreveu sem ter sido concluído.

O RealTime1 entrou em contato com o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) para entender o porquê do processo ter se prolongado, por mais de uma década. Mas não houve manifestação por parte da corte.

Na denúncia, o ex-prefeito foi acusado ​​de cometer crime eleitoral previsto no art. 299 do Código Eleitoral, que fala sobre compra ou venda de votos.

A denúncia foi apresentada em razão de fatos ocorridos em setembro 2012. Além do ex-prefeito, Vanderley Gomes de Souza também teve a sentença anulada por prescrição penal.

O RealTime1 não conseguiu localizar o ex-prefeito Almino Gonçalves para comentar o caso.

Leia a decisão na íntegra:

Da Redação

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