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quarta, 01 de dezembro de 2021

Bolsonaro insiste em culpar isolamento para justificar crise econômica

Mesmo com Wilson Lima no palco do evento, o presidente Bolsonaro acusou governadores de proibir a população de trabalhar, porque os chefes de Estado "fecharam tudo".

27 de outubro de 2021

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Bolsonaro ainda adicionou, em referência às vítimas da pandemia, que "todos nós vamos morrer um dia" (Foto: Divulgação)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou mais uma vez as medidas de distanciamento social adotadas por prefeitos e governadores para frear a segunda onda de Covid-19. Bolsonaro acusou os governadores de proibir a população de trabalhar, “fechando tudo durante a pandemia”.

A declaração foi feita na presença do governador Wilson Lima (PSC) e do prefeito David Almeida (Avante), em um evento de consagração pública de pastores do Amazonas. Tanto o governador do Amazonas quanto o prefeito de Manaus adotaram as medidas de isolamento no ápice da pandemia, seguindo as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Diferente do difundido pelo presidente, nunca houve lockdown no Brasil. Estados e municípios fecharam setores do comércio não essencial para controlar a alta dos casos e de mortes.

No Amazonas, quando a segunda onda atingiu o estado a partir de dezembro, tanto Wilson quanto David decretaram medidas de distanciamento social, indo contra ao que desejava o presidente. No entanto, hoje, enquanto Bolsonaro discursava, David Almeida chegou a aplaudi-lo.

Em sua fala, o presidente ainda adicionou – em referência às vítimas da pandemia – que “todos nós vamos morrer um dia”, minimizando a morte de mais de 606 mil brasileiros.

Texto: Jefferson Ramos

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