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sexta, 30 de julho de 2021

Bolsonaro e Omar Aziz trocam farpas, após fake news sobre emenda da Covaxin

Desde a noite de domingo o presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores tentam atribuir aos membros da CPI da Covid a responsabilidade sobre MP da importação de vacinas.

28 de junho de 2021

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Após acusações, o presidente Omar Aziz usou as redes sociais para rebater fake news (Foto: Agência Senado)

Na tentativa de desqualificar as revelações feitas pelo deputado Luís Miranda (DEM-DF) e o irmão dele, o servidor do Ministério da Saúde, Luís Ricardo, na sessão de sexta-feira (25) na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tentaram atribuir aos membros da comissão a responsabilidade pelo suposto esquema para contrato da vacina Covaxin, que teve a intermediação da empresa Precisa Medicamentos.

O nome mais citado durante o início da tarde foi o do presidente da CPI, Omar Aziz (PSD), assim como o do vice-presidente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e do relator Renan Calheiros (MDB-AL). A confusão começou na noite de domingo (27) quando o youtuber bolsonarista, Kim Paim, publicou um vídeo indicando que a emenda que autorizou a importação da vacina indiana teria sido de autoria de Omar, Randolfe e do irmão de Renan Calheiros, o deputado federal Renildo Calheiros (PCdoB-AL)

A mesma versão foi defendida, na manhã deste segunda (28), pelo presidente da República em conversa com seus apoiares. “Inventaram a corrupção virtual, né? Não recebemos uma dose, não pagamos um centavo. Mas a emenda para a Covaxin veio deles, Randolfe como relator, do irmão do Renan e do próprio Omar Aziz”, disse Bolsonaro.

No mesmo momento da fala, Omar Aziz foi ao Twitter rebater as acusações do chefe do Executivo federal, apontando que Bolsonaro deveria pedir satisfações do deputado Luís Miranda e do líder do governo acusado de ser o autor das pressões sobre o suposto esquema fraudulento para contratação da Covaxin, Ricardo Barros (PP-PR).

A Medida Provisória que deu luz à polêmica foi aprovada pelo Senado em março desse ano, para facilitar a importação de vacinas no Brasil. A MP 1026/2021, teve como relator o senador Randolfe Rodrigues, mas a emenda 117/2021 foi de autoria de Ricardo Barros e incluiu a Central Drugs Standard Control Organization (CDSCO), da Índia, na lista de agências que poderiam aprovar vacinas caso não houvesse autorização no Brasil.

Texto: Giovanna Marinho

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