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domingo, 23 de janeiro de 2022

Após ser afrontado, Bolsonaro recua e diz que não acusou Anvisa de corrupção

Diretor da Anvisa fez um duro pedido de retratação ou a investigação, caso haja indícios de corrupção na agência após Bolsonaro questionar vacinação de crianças no Brasil.

11 de janeiro de 2022

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(Foto: Evaristo Sá/AFP)

Na última segunda-feira (10), o presidente Jair Bolsonaro (PL) comentou pela primeira vez a carta do diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, na qual é afrontado pelo gestor a investigar se há corrupção na agência ou se retratar.

Em entrevista à Jovem Pan, ontem, Bolsonaro recuou e disse: “Não acusei a Anvisa de corrupção. Eu quis saber e repito: o que está por trás dessa sanha vacinatória?”.

O diretor-presidente da Anvisa reagiu, no último sábado (8), a uma declaração do presidente sobre o que estaria por trás do interesse da agência de aprovar a vacina contra Covid para crianças com idade entre de 5 a 11 anos.

Na ocasião, Bolsonaro insinuou: “O que está por trás disso? Qual o interesse da Anvisa por trás disso aí? Qual o interesse daquelas pessoas taradas por vacina? É pela sua vida, pela sua saúde?”.

Barra Torres respondeu e fez um duro pedido de retratação ou a investigação, caso haja indícios de corrupção. “Se o senhor dispõe de informações que levantem o menor indício de corrupção sobre este brasileiro, não perca tempo nem prevarique, senhor presidente”, disse.

Nesta segunda, Bolsonaro amenizou: “Não quero aqui acusar a Anvisa de absolutamente nada. Eu escolhi o Barra Torres, que ganhou luz própria. Espero que ele acerte na Anvisa. Não precisava agir daquela maneira. Ele fez uma nota agressiva”, lamentou o presidente durante a entrevista.

Da Redação, com informações do Metrópoles.

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