quarta-feira, 23 de setembro de 2026

PIM alcança R$ 147,6 bilhões em 2025 e amplia geração de empregos

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Indústria amazonense

O Polo Industrial de Manaus (PIM) segue em alta e reafirma sua importância na economia. Entre janeiro e agosto de 2025, o faturamento chegou a R$ 147,6 bilhões, um crescimento de 10,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em dólares, o resultado foi de US$ 26,1 bilhões, reflexo do bom desempenho das indústrias instaladas na Zona Franca.

Além da alta no faturamento, o PIM também apresentou melhora na geração de empregos. Em agosto, o polo empregou 129,9 mil trabalhadores, número 2,4% maior que o de agosto de 2024.

A média de empregos no ano chegou a 131,5 mil, crescimento de 8,5% na comparação anual. Os dados reforçam o papel do PIM como motor da economia amazonense.

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Produção em alta e confiança no modelo

Os setores que mais contribuíram para o desempenho foram os de Bens de Informática (21,1%), Duas Rodas (20%) e Eletroeletrônicos (16,6%), seguidos pelos segmentos Químico, Mecânico, Termoplástico e Metalúrgico.

Entre os produtos, as motocicletas, motonetas e ciclomotos se destacaram, com 1,4 milhão de unidades fabricadas e alta de 15,8%.

Outros itens também tiveram forte desempenho: monitores de LCD (+16,3%), condicionadores de ar split (+10,9%), bicicletas, inclusive elétricas (+20,6%) e relógios de pulso e de bolso (+34,4%).

O crescimento de setores como o Madeireiro (+40,1%) e o de Vestuário e Calçados (+40,8%) mostra uma diversificação gradual na produção do polo.

O superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, atribuiu o bom momento à combinação entre gestão empresarial e estabilidade do modelo Zona Franca.

“O crescimento do PIM e a manutenção de mais de 131 mil empregos demonstram a solidez do ambiente de negócios da região. É resultado da dedicação da nossa classe empresarial e da nossa força de trabalho, aliado à segurança jurídica que o modelo proporciona”, afirmou.

Saraiva também destacou que a expectativa é encerrar 2025 com um balanço “extremamente positivo para a Amazônia e para o Brasil”.

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