quinta-feira, 24 de setembro de 2026

PF faz duas operações no AM contra pedofilia e venda ilegal de ouro

Operação Rapina é destinada à repressão de crimes contrários à dignidade da criança e adolescente. Já a Gold Rush movimenta o comércio ilegal de ouro e lavagem de dinheiro.
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polícia federal
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (20) as duas operações no Amazonas. A Golden Rush também está ocorrendo no Amapá, Rondônia, Roraima, Minas Gerais, Pará e São Paulo (Foto: Divulgação)

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (20) duas operações no Amazonas.

A primeira é a Rapina destinada à repressão a crimes contra a dignidade da criança e adolescente praticados por meio da internet com o compartilhamento de imagens pornográficas de abuso sexual de menores, bem como eventual produção e consequente crime de estupro de vulnerável.

A outra operação é a Gold Rush que investiga um esquema que seria responsável pelo comércio de ouro ilegal e que teria movimentado mais de R$ 300 milhões em 20 estados.

Operação Rapina

Na ação, a PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva. Apesar da semelhança das condutas, a operação se relaciona a três casos diferentes em apuração.

No primeiro, a PF investiga um suspeito pelos crimes de estupro de vulnerável, produção e armazenamento de pornografia infantil e possível difusão das referidas imagens. Agentes da PF cumpriram dois mandados de busca e um prisão preventiva na Zona Leste de Manaus e foi encontrada uma câmera de vigilância apontada para cama do investigado.

No segundo caso, foram encontradas mídias referentes ao crime em alusão e uma pessoa portadora do material foi presa em flagrante na capital. No terceiro, foi dado cumprimento a um mandado busca e apreensão em Manacapuru.

Gold Rush

Além do Amazonas, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão da Operação Gold Rush no Amapá, Rondônia, Roraima Minas Gerais, Pará e São Paulo. A Justiça Federal ainda determinou o bloqueio de mais de R$ 118 milhões dos suspeitos.

De acordo com a PF, a investigação identificou que uma joalheria de fachada em Roraima que teria movimentado mais de R$ 200 milhões ao longo de 5 anos.

A empresa seria utilizada para receber valores relativos à venda de ouro ilegal por envolvidos de outros estados e seria operada através de um laranja do líder do esquema.

Segundo a polícia, o ouro comercializado teria origem em garimpos ilegais em Roraima e em contrabando vindo da Venezuela. No último caso, geralmente os suspeitos buscam simular uma origem lícita.

Confira a nota da Operação Rapina aqui.

Confira a a nota da Operação Gold Rush aqui.

Da redação com informações de assessoria

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