quinta-feira, 24 de setembro de 2026

No exterior, turista brasileiro é segundo mais rejeitado do mundo, diz pesquisa

Hoje, 114 países impõem fortes restrições à entrada de pessoas que estiveram no Brasil em seus territórios. País só supera a África do Sul, que tem restrições de 117 nações.
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Voos

Uma pesquisa divulgada pelo serviço e venda de passagens on-line Skyscanner, mostra que, atualmente, pelo menos 114 países impõem fortes restrições à entrada em seus territórios de voos que têm o Brasil como origem. Outras 104 nações impõem restrições moderadas e sete países fazem exigências leves.

Os números colocam o Brasil como a segunda nação mais rejeitada no exterior, à frente apenas da África do Sul, que hoje enfrenta restrições fortes em 117 países, restrições moderadas em 101 territórios e restrições leves em sete nações.

O Reino Unido completa o ranking dos rejeitados, com chegadas de voos com fortes restrições em 111 países e moderadas em outras 115 .

O levantamento completo pode ser acessado AQUI.

A pesquisa utiliza dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) e leva em consideração o país de origem dos voos e não a nacionalidade dos passageiros.

Restrições sem previsão de término

Mesmo com o lento avanço da vacinação no país, ainda não é possível prever quanto tempo vão durar as restrições à entrada de turistas que passaram pelo Brasil nos demais países que têm feito controle mais rígido sobre a pandemia, como muitos países europeus e Estados Unidos.

O bloqueio acontece como forma de evitar a disseminação de novas variantes e está sendo bastante cauteloso ao impor restrições com a reabertura para o turismo.

Nessa terça-feira (13), por exemplo, o governo francês suspendeu “até novo aviso” todos os voos entre Brasil e França. A decisão foi justificada pela preocupações em torno da variante brasileira da Covid-19.

“Constatamos que a situação está se agravando e por isso decidimos suspender, até novo aviso, todos os voos entre Brasil e França”, explicou o primeiro-ministro Jean Castex.

Da redação

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