Em meio a rumores de que entraves familiares e judiciais pudessem prejudicar e até interromper a atuação do Grupo Chibatão, responsável pelo recebimento de aproximadamente 80% das cargas que abastecem o parque industrial e o comércio de Manaus, a companhia assegura pretensão de investimentos para ampliação dos serviços prestados no segmento portuário, no estado.
Por meio de nota, o Grupo Chibatão salientou que tem feito investimentos em todas as unidades de negócios com o intuito de garantir o nível de serviço e suporte aos armadores.
“Não havendo, portanto, riscos que afetem os serviços prestados pelas empresas do Grupo Chibatão”, ressaltou a empresa.
No início de julho, o grupo assinou contrato com o Ministério da Infraestrutura viabilizando investimentos no Terminal de Uso Privado (TUP) Chibatão Navegação e Comércio Ltda no valor de R$ 36,9 milhões. Os recursos deverão ser utilizados para a melhoria da infraestrutura do porto (ampliações, perfil de carga e aumento da capacidade).
“Mais uma vez o administrador do Grupo Chibatão, José Ferreira de Oliveira, consolidou seu compromisso com o desenvolvimento da região do Brasil, firmando contrato com o Ministério da Infra Estrutura, onde a finalidade é a ampliação e crescimento para superar os desafios logísticos do Amazonas”, cita trecho da nota.
A presidente do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma), Jéssica Sabá, frisou a relevância da atuação do Porto Chibatão para a economia do estado.
“Números da Antaq nos confirmam que 80% das cargas que chegam ao Amazonas desembarcam pelo Porto Chibatão. É um porto importante para a atividade econômica porque abastece o comércio e a indústria”, disse.
Segundo o estatístico aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), de janeiro a maio deste ano do total de 11.969.447 cargas desembaraçadas nos terminais portuários, no estado, 2.685.776 (22,4%), foram recebidas por meio do Porto Chibatão.
Na análise mensal da movimentação portuária da Antaq o Porto Chibatão se mantém entre os primeiros no ranking dos terminais que recebem maior volume de cargas no Amazonas.
Texto: Priscila Caldas
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