O Governo do Amazonas vem fazendo esforços para impulsionar a geração de energia limpa alinhando o seu planejamento de transição energética com o desenvolvimento de novas matrizes econômicas.
Em reunião realizada nesta sexta-feira (22), o vice-governador do Amazonas, Tadeu de Souza, e o titular da Secretaria de Estado de Energia, Mineração e Gás (Semig), Ronney Peixoto, discutiram estratégias para promover desenvolvimento econômico sustentável no estado.

Durante o encontro, Ronney Peixoto detalhou os planos estratégicos da Semig, pasta recém-criada pelo governador Wilson Lima, que tem como missão formular, coordenar e implantar políticas públicas relacionadas aos setores de energia, energias renováveis e geodiversidade.
Uma das principais metas da Semig é explorar o potencial energético do Amazonas, alinhando-o com o combate à pobreza e a sustentabilidade ambiental.
Tadeu de Souza enfatizou a importância da transição energética como um dos pilares do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal.
O programa prevê o investimento de mais de R$ 47,2 bilhões no Amazonas, com R$ 4,5 bilhões destinados especificamente para projetos de transição e segurança energética.
O vice-governador ressaltou que o desenvolvimento econômico sustentável é fundamental para o futuro do Amazonas, e a transição energética desempenha um papel crucial nesse processo.
“A Semig foi criada pelo governador Wilson Lima para, dentre vários objetivos, fazer o planejamento de transição energética e prospectar o potencial do Amazonas, hoje ainda embrionário, nesse setor tão importante para a nossa economia. Não existe outra forma de desenvolvimento econômico que não seja o sustentável” afirmou Tadeu.
A Semig também está focada em atrair investimentos para setores como mineração, indústria do óleo e gás, e indústria de transformação mineral.
No entanto, esses esforços devem estar alinhados com as políticas estaduais de infraestrutura e desenvolvimento sustentável, garantindo que a exploração dos recursos naturais da região não prejudique o ambiente nem a qualidade de vida das comunidades locais.

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