No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, as hepatites mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C; e com menor frequência, pelos vírus D (mais comum na região Norte) e E, bem menos frequente no país.
A falta de diagnóstico precoce, é um dos complicadores da doença. “Febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos e dor abdominal são alguns dos sintomas mais frequentes, mas o paciente também pode apresentar pele e olhos amarelados, assim como urina mais escura e fezes claras”, orienta o infectologista e consultor do Sabin Medicina Diagnóstica, Marcelo Cordeiro.
Visando conscientizar a população sobre o tema, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, celebrado em 28 de julho.
Só no ano passado, foram registrados 1.148 casos, sendo 40 de hepatite A; 724 de hepatite B; 336 de hepatite C; e 48 de hepatite D. Não foram registradas ocorrências de hepatite E na região.
Prevenção
O infectologista Marcelo Cordeiro afirma que “manter a higiene dos alimentos e bebidas, lavar sempre as mãos, evitar sexo desprotegido e compartilhamento de objetos perfurocortantes ajudam a prevenir o contágio”, mas, sem dúvida, “a vacina é uma das formas mais eficazes de prevenção à doença”.
Da Redação, com informações da assessoria
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