quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Ex-deputado estadual Belarmino Lins assume cargo na Suframa

Ex-deputado estadual foi nomeado pelo Governo Lula 3 como superintendente Adjunto de Operações da Suframa.
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O ex-deputado estadual Belarmino Lins foi nomeado como superintendente Adjunto de Operações da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), cargo de confiança do governo federal – hoje sob o comando de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A portaria de nomeação foi publicada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, no Diário Oficial da União (DOU), desta segunda-feira (12).

A Suframa é comandada hoje por Bosco Saraiva, ex-deputado federal filiado ao Solidariedade, partido do arco de alianças de Lula, e que foi indicado para o cargo de superintendente pela bancada amazonense no Congresso Nacional.

Entre os cotados para os cargos de superintendentes adjuntos estavam políticos de partidos alinhados com o governo de Lula, como Vanessa Grazziottin e Eron Bezerra, ambos do PCdoB, Valdemir Santana, do PT, e Ricardo Nicolau, do Solidariedade.

Reprodução/DOU

Quem é Belarmino Lins?

Deputado estadual por oito mandatos, “Belão”, como é chamado, tem 77 anos.

Então filiado ao Progressistas, o político não tentou a reeleição em 2022, quando abriu espaço no seu eleitorado cativo para que o filho fosse eleito para Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM).

Ele é irmão de Átila Lins (PSD), deputado federal, o decano da Câmara, que tem bom trânsito entre ministros de diferentes gestões, inclusive da atual.

Belarmino declarou voto em Bolsonaro

Em entrevista em março de 2022, ao jornal A Crítica, Belão disse que votou em Bolsonaro em 2018 e que votaria novamente em outubro daquele ano.

“Vou votar de novo no Bolsonaro por acreditar que não haverá mais pandemia e ele vai deslanchar”, disse.

Em um dos muitos capítulos da “guerra do IPI”, Belão elogiou na tribuna da ALE-AM um dos recuos de Bolsonaro, após o governo tomar uma medida potencialmente danosa à Zona Franca.

“Parabenizo o presidente Bolsonaro pelo olhar diferenciado ao Amazonas e por ter atendido ao apelo do governador Wilson Lima, já que o decreto causava desassossego pelos prejuízos que poderia provocar à Zona Franca de Manaus e à população amazonense”, disse, em 10 de março de 2022.

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