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sexta, 27 de maio de 2022

Funcionários da Louis Vuitton cruzam braços por melhorias trabalhistas

Movimento, que durou cinco dias, paralisou quatro das 18 fábricas da grife de luxo na França. Trabalhadores reivindicam melhorias salariais e redução de jornada de trabalho.

17 de fevereiro de 2022

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Movimento grevista contou com a participação de 330 trabalhadores (Foto: Reprodução)

Centenas de funcionários de quatro das 18 fábricas da grife de luxo Louis Vuitton, na França, cruzaram os braços em reivindicação por melhorias salariais e redução de jornada de trabalho.

O movimento, que durou cinco dias, foi uma recomendaçãp da Confederação Geral do Trabalho (CGT) e da Confederação Francesa Democrática do Trabalho (CFDT) como forma de pressionar os dirigentes patronais por direitos trabalhistas que não foram ajustados nos últimos anos.

Segundo a CGT, houve a participação de 330 trabalhadores, no total. De acordo com o porta-voz da entidade, Denis Bertonnier, os trabalhadores alegam que as longas jornadas de trabalho nas fábricas da grife de luxo francesa dificultam a organização de atividades familiares, como, por exemplo, as creches e escolas de filhos dos colaboradores.

Nesta quarta-feira (16), a Louis Vuitton anunciou que vai aumentar significativamente os preços de seus preços devido ao aumento dos custos de produção e transportes. De acordo com a marca, o reajuste deverá afetar as lojas Louis Vuitton em todo o mundo e irá abranger artigos de couro, acessórios de moda e perfumes. Ainda não foi definido o tamanho do reajuste, mas a marca destaca que a elevação dos preços deverá variar de produto para produto.

“O reajuste de preços leva em consideração as mudanças nos custos de produção, matérias-primas e transporte, além da inflação”, disse a marca em comunicado.

Maior grupo de luxo do mundo, a LVMH é proprietária de marcas que incluem, além da Louis Vuitton grifes como Dior, conhaque Hennessy e até a varejista de cosméticos Sephora.

Só no último trimestre de 2021, as vendas de produtos das marcas que compõem o grupo somaram cerca de 18 bilhões de euros (R$ 109,8 bi), ou 17% acima do nível pré-pandemia em 2019.

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