quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Faturamento do e-commerce no AM cresceu 23% até abril, diz associação

Associação afirma que a busca por praticidade impulsiona as vendas por meio das plataformas digitais. Vendas no Amazonas registraram faturamento de R$ R$ 472 milhões.
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Comércio Eletrônico

O faturamento das vendas por e-commerce cresceu 23% no Amazonas, no acumulado de janeiro a abril deste ano, em comparação a igual período de 2021. No primeiro quadrimestre, os pedidos por meio eletrônico contabilizaram R$ 472 milhões. Enquanto nos primeiros quatro meses do anterior esse saldo foi de R$ 384 milhões. Os números são da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Conforme a associação, cada vez mais as pessoas encontram praticidade na oferta de produtos por meio das plataformas digitais, o que justifica o crescimento dos números de comercializações por e-commerce, no estado, assim como no país.

De acordo com o presidente da ABComm, Maurício Salvador, apesar da retomada do varejo físico, as compras on-line continuam presentes nos hábitos dos consumidores.

“Os dados apontados reforçam o poder do comércio eletrônico no dia a dia. Não à toa, continuamos constatando a tendência de crescimento das vendas on-line no Brasil, mesmo com a reabertura do comércio tradicional. A cada ano, os consumidores percebem a praticidade e comodidade de receberem suas compras em casa, gerando mais confiança”, afirma Maurício Salvador, presidente da ABComm.

Faturamento anual

Para 2022, a associação prevê o faturamento de R$ 1,56 bilhão, o que representa crescimento de 30% frente ao montante de R$ 1,2 bilhão registrado no último ano. Em 2020 esse número somou R$ 998 milhões em vendas do comércio eletrônico.

Redução do IPI pode incentivar e-commerce

Na avaliação do diretor de inteligência de mercado da ABComm, Alexandre Crivellaro, a redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) deve favorecer o e-commerce.

“A redução do IPI pode estimular principalmente a venda de produtos nas categorias de eletrodomésticos, eletrônicos, informática e telefonia, que juntos, representam cerca de 53% do faturamento no comércio eletrônico”, comentou.

Texto: Priscila Caldas

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