quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Crise de semicondutores mantém Polo Industrial de Manaus em alerta

Escassez do insumo vem causando grande impacto na produção de fábricas do Polo Industrial de Manaus desde a pandemia de Covid-19 além das questões geopolíticas internacionais
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Semicondutor de silício é amplamente usado em produtos de informática e eletroeletrônicos
O semicondutor de silício é amplamente usado em produtos de informática e eletroeletrônicos

O impacto da crise global na produção de chips semicondutores, que começou durante a pandemia de Covid-19, vem afetando o abastecimento e produção das empresas do Polo Industrial de Manaus, causando desde paralisação das linhas de produção e férias coletivas nas fábricas.

Em fevereiro deste ano, algumas fábricas tiveram, inclusive, que demitir funcionários devido a falta de insumos totalizando aproximadamente 1,5 mil colaboradores. Os dados são do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas (Sindmetal).

Segundo um estudo da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), apenas em 2022, mais de 300 mil veículos deixassem de ser produzidos devido a escassez de semicondutores, além da disputa entre Estados Unidos e China e os impactos globais da Guerra da Ucrânia.

Apesar disso, a associação projeta otimismo quanto ao mercado que começou a dar sinais de melhora em março, principalmente pelo avanço da indústria nacional de semicondutores e baterias, já que o Brasil possui matérias-primas com abundância para produzir esses componentes, que possuem alta demanda mundial.

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