Existem, atualmente, muitos modelos de investimentos disponíveis para os brasileiros realizarem as suas aplicações.
De acordo com o levantamento da B3 (bolsa de valores brasileira), referente ao terceiro trimestre deste ano, o número de investidores em produtos de renda fixa aumentou de 9,6 milhões para 12,6 milhões.
Com as mudanças da taxa Selic, muitas pessoas optam por investimentos com menor risco, como é o caso destes títulos.
A renda fixa é uma modalidade de investimento em que no ato da aplicação, o investidor já tem previamente definido qual é o cálculo da remuneração.
“Esse modelo nada mais é do que um empréstimo de dinheiro para “alguém” (banco e empresas, por exemplo), e a grande vantagem é que será possível conhecer o quanto de juros será acrescido sobre o valor do seu investimento”, explica Pedro Sant’Anna, COO do alluinvest, área financeira da startup de assinatura de eletrônicos allu.
Neste caso, os papéis mais conhecidos são: poupança, Tesouro Direto, Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letra de Crédito Imobiliário (LCI), Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) e Cédulas de Crédito Bancário (CCBs). No entanto, vale ressaltar que esse modelo de aplicação também tem riscos e que as condições de retorno mudam conforme o modelo do título.
Outro ponto a se destacar é que, em geral, essa modalidade é tributada pelo Imposto de Renda. Eles estão submetidos a uma tabela regressiva, com alíquotas que diminuem conforme o prazo do investimento. Porém, a poupança e as aplicações de LCI e LCA estão isentas do tributo.
“É muito importante que o investidor tenha uma diversificação da sua carteira de aplicações, uma vez que isso reduz os prejuízos e possíveis riscos. Além de proporcionar que você não tenha todo o seu investimento comprometido somente em um modelo de papel. Por isso, é sempre interessante que a pessoa tenha uma aplicação em renda fixa”, finaliza Sant’Anna.
Com informações de assessoria
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