sábado, 26 de setembro de 2026

Como funciona investimento em renda fixa? Entenda o modelo de aplicação

De acordo com a bolsa de valores brasileira, no terceiro trimestre deste ano, o número de investidores em produtos de renda fixa aumentou de 9,6 milhões para 12,6 milhões.
COMPARTILHE

Existem, atualmente, muitos modelos de investimentos disponíveis para os brasileiros realizarem as suas aplicações.

De acordo com o levantamento da B3 (bolsa de valores brasileira), referente ao terceiro trimestre deste ano, o número de investidores em produtos de renda fixa aumentou de 9,6 milhões para 12,6 milhões.

Com as mudanças da taxa Selic, muitas pessoas optam por investimentos com menor risco, como é o caso destes títulos.

A renda fixa é uma modalidade de investimento em que no ato da aplicação, o investidor já tem previamente definido qual é o cálculo da remuneração.

“Esse modelo nada mais é do que um empréstimo de dinheiro para “alguém” (banco e empresas, por exemplo), e a grande vantagem é que será possível conhecer o quanto de juros será acrescido sobre o valor do seu investimento”, explica Pedro Sant’Anna, COO do alluinvest, área financeira da startup de assinatura de eletrônicos allu.

Neste caso, os papéis mais conhecidos são: poupança, Tesouro Direto, Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letra de Crédito Imobiliário (LCI), Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) e Cédulas de Crédito Bancário (CCBs). No entanto, vale ressaltar que esse modelo de aplicação também tem riscos e que as condições de retorno mudam conforme o modelo do título.

Outro ponto a se destacar é que, em geral, essa modalidade é tributada pelo Imposto de Renda. Eles estão submetidos a uma tabela regressiva, com alíquotas que diminuem conforme o prazo do investimento. Porém, a poupança e as aplicações de LCI e LCA estão isentas do tributo.

“É muito importante que o investidor tenha uma diversificação da sua carteira de aplicações, uma vez que isso reduz os prejuízos e possíveis riscos. Além de proporcionar que você não tenha todo o seu investimento comprometido somente em um modelo de papel. Por isso, é sempre interessante que a pessoa tenha uma aplicação em renda fixa”, finaliza Sant’Anna.

Com informações de assessoria

Leia Mais:

COMPARTILHE