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sábado, 23 de outubro de 2021

Com água de sobra, Amazonas paga a conta pela crise hídrica nacional

Por integrar o Sistema Interligado Nacional, estado também será afetado por reajuste na bandeira tarifária vermelha patamar 2, a partir de julho.

30 de junho de 2021

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A partir de julho, tarifa de energia terá reajuste. (Foto: Reprodução)

Apesar de ser favorecido pelo expressivo potencial hídrico, o Amazonas também ‘paga a conta’ pela escassez de água que atinge as demais regiões do país e afeta o sistema de geração de energia. O estado integra o Sistema Interligado Nacional (SIN) e a partir de julho sofrerá reajuste na bandeira tarifária vermelha patamar dois, de 52% a cada 100 kWh consumidos.

Conforme anúncio feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), na terça-feira (29), a cobrança passou de R$6,24 para R$9,49 a cada 100 kWh consumidos, o que representa uma alta de 52%.

Ao ser questionada sobre o motivo da incidência da cobrança ao Amazonas, ao considerar que é um estado com potencial hídrico e que consequentemente pode contribuir para a geração de energia, a Aneel informou que independentemente do favorecimento hídrico ou não da região, os custos são divididos entre os estados.

Até o fechamento da edição a Aneel não confirmou quais cidades ou estados não integram o SIN e estão excluídos das cobranças das bandeiras tarifárias.

Confira a nota da Aneel na íntegra:

“O Sistema Elétrico brasileiro é interligado. Nesse sentido, ainda que a condição hidrológica, em determinado ano, seja mais severa em uma determinada região, quando comparada com as demais, o fato é que ela afetará o custo de geração em todo o país, sobretudo se for naquelas bacias hidrográficas onde estão instalados os principais reservatórios de hidrelétricas. Daí a importância de todos os consumidores brasileiros receberem a sinalização de preços correta, no momento correto”.

Texto: Priscila Caldas

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