O segundo ano de pandemia continuou favorável às operações de delivery da Borzo, aplicativo de transporte de mercadorias que desde novembro iniciou operações em Manaus. Depois de registrar crescimento de 780% nas entregas, em 2020, a Borzo voltou a registrar alta nas vendas, em 2021.
“No ano passado, a Borzo registrou 780% de crescimento nas entregas no comparativo com o ano anterior, quase oito vezes mais, e agora, até final de dezembro, o crescimento nas entregas durante todo o ano deve ser de aproximadamente cinco vezes em relação a 2020”, diz o country manager da Borzo no Brasil, Bruno de Moraes Sá.
O executivo destaca que houve crescimento apesar de algumas pequenas variações devidas aos lockdowns e decretos estaduais de restrições no início do ano. ‘Mas como as empresas já vinham migrando para o online desde o ano passado, o impacto foi reduzido”, avalia.
O bom momento para a empresa estimulou o emprego da estratégia de abertura de operações em mais cidades, ampliando a presença em mais oito regiões do País. “Tivemos dois grandes investimentos na companhia, que totalizam aproximadamente R$ 200 milhões, o que contribuiu para o desenvolvimento de nossas ações pelo Brasil”, diz Bruno de Moraes.
A possibilidade de a pandemia passar e o consumo “voltar ao normal” não preocupam a direção da Borzo. Bruno de Moraes defende que a pandemia acelerou uma tendência que já se observava antes: de migração das empresas para o online, com maior demanda do Delivery.
Além da expansão em Manaus, em novembro, a empresa adianta que chegará a mais cidades a partir de meados de abril de 2022. “Estamos presentes nas cinco regiões do Brasil, nas capitais mais representativas dos estados, intermediando o serviço de entrega de itens de qualquer natureza, de forma prática, rápida e com um preço justo”, diz.
Com a crise econômica e a previsão de recessão, em 2022, a direção da Borzo admite uma redução no ticket médio das encomendas, mas avalia que as entregas continuarão em alta. “Entendemos, porém, que há vários entraves, como as questões do combustível e dos alimentos, cujos preços só aumentam o que impacta diretamente todos os nossos clientes. É um ano de eleições e precisamos ver como o país vai reagir”, afirma o executivo.
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