quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Custos da construção do Amazonas aumentam 1,93% em março

No índice acumulado do ano (janeiro a março), a alta é de 3,45%. Já a variação acumulada dos últimos 12 meses registra 15,78% de aumento nos custos da construção civil.
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O Índice da Construção Civil (SINAPI), no Amazonas, mostra que houve aumento de 1,93%, em março, em relação ao índice de fevereiro (0,27%). O índice foi o terceiro maior entre as unidades da federação, atrás apenas de Mato Grosso (4,14%), Minas Gerais (3,84%).

No índice acumulado do ano (janeiro a março), a alta é de 3,45%. Já a variação acumulada dos últimos 12 meses registra 15,78% de aumento nos custos da construção civil do Estado. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (8) pelo IBGE.

Em março, tanto o preço dos materiais de construção quanto os da mão de obra sofreram alta, no Amazonas. Dessa forma, ambos influenciaram na alta dos custos no mês, que atingiu o valor de R$ 1.507,93. O custo médio da construção no Brasil é de R$ 1.549,07, no mesmo período.

No Brasil, houve variação de 0,99% em março, subindo 0,43 ponto percentual em relação a taxa do mês anterior (0,56%). Os últimos doze meses foram para 15,75%, resultado abaixo dos 16,28% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Já no ano, o acumulado ficou em 2,29%.

Custo médio dos materiais e mão de obra sobem

O custo médio por metro quadrado da construção civil, no Amazonas, aumentou de R$ 1.479,37, em fevereiro, para 1.507,93, em março. No Brasil, este custo foi de R$ 1.549,07, em março.

No Amazonas, o custo médio do material de construção, por metro quadrado, aumentou de R$ 914,81, em fevereiro, para R$ 933,73, em março. E o custo médio da mão de obra (m²) foi de R$ 564,56, em fevereiro, para R$ 574,20, em março.

Apesar das altas consecutivas no custo médio da construção civil no Amazonas, o valor de R$1.507,93, registrado em março, é o 18º, entre os valores das unidades da federação. Os menores custos registrados foram os do Rio Grande do Norte (R$ 1.375,82), Sergipe (R$ 1.378,32) e Pernambuco (R$ 1.402,05); e os maiores, os de Santa Catarina (R$ 1.732,14), Rio de Janeiro (R$ 1.691,8) e Acre (R$ 1.648,13).

Fonte: IBGE Amazonas

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